terça-feira, 26 de agosto de 2008

E foi assim o casamento...

Dia 23 de Agosto, sábado as 11 da manha, foi o grande momento. Fui ao casamento dos meus primos, assistir a tão importante cerimónia, chegando ao fim da cerimónia fomos todos para a festa (sem duvida alguma o melhor dos casamentos), éramos poucos mas bons e só quem estava presente é que fazia falta.

E eu estava toda feliz da vida a pensar k ia ser uma noite sem grandes acontecimentos, não imaginava o quanto estava enganada.

Começou à hora d almoço (3 da tarde) quando a minha avó se sentiu mal, temos que ter em conta que a minha velhota já tem uma idade avançada e que aquelas andanças já não são para a idade dela.
Lá foi a minha mãe levar a velhota para casa e deixou-a na cama, e pediu a uma vizinha para ir espreitando ver se ta tudo bem.

E assim voltamos todos a festa, embora de principio um pouco em baixo, rapidamente animamos, e a máquina do karaoke não teve descanso.

Perto do final da tarde, já deviam ser umas 9 horas, liga a vizinha para a minha mãe a dizer que a minha avo tinha caído, imaginam o estado em que ficamos, todos muito nervosos mais ainda a minha mãe que chorava baba e ranho, meu primo, o noivo, calmo como sempre, ligou para a nossa vizinha a perguntar a gravidade da situação.
E mais calma a vizinha explicou que tinha sido apenas o susto, que escorregou e se desequilibrou, estava doída mas com nada de mais.
Mas mesmo assim para tranquilizar todos os presentes, o meu tio foi até minha casa ver da minha velhota, voltando pouco depois com notícias tranquilizadoras. E pronto, mais uma vez a noite prosseguiu, e minha mana e eu pensamos meio a brincar: vamos lá ver o que acontece mais, não há duas sem três.
E não é que estávamos certas?

Depois da meia-noite, na altura d ir para casa, liga o meu tio a minha mãe a dizer que tinha levado a chave do carro dela por engano no bolso, dos males o menor

Já depois de termos a chave e de meu tio se ter ido embora para cuba, liga de novo a minha mãe e diz: Olha não venhas pela estrada principal, está aqui a brigada de trânsito e estão a mandar parar TODOS!
Minha mãe, como é óbvio, já tinha bebido um pouco, não estava alcoolicamente feliz, mas certamente se soprasse o balão iria dar sinal… sendo assim fomos atrás do carro dos noivos pela outra estrada, fazíamos mais uns km mas ao menos não nos mandavam parar.

Seguimos muito bem pela estradinha de Trigaches e logo a saída de Trigaches damos com um jovem caído no chão com uma mota em cima dele.
O noivo muito solidário foi ajudar, visto que o jovem estava completamente sozinho.
Estava podre de bêbado, felizmente sem grandes ferimentos, só a perna ligeiramente doída. Todos rimos que nos fartamos e seguimos em frente, falando e gozando com o jovem que disse ao noivo: Pah és um mano do car*lho…

Ligeiramente mais a frente o carro em que iam os noivos começa a ligar os 4 piscas e a apitar, nós obviamente abrandamos e reparamos no motivo da algazarra, estava umas ovelhitas deitadas na estrada, a dormir e outra a olhar muito seriamente prós carros..

Foi mais um motivo de risota… E depois nessa mesma estrada mais um pouquinho a frente, minha mãe não vê um buraco que estava na estrada e vai mesmo direito a ele, ate demos um valente solavanco e seguimos mais um pouco a gozar com a minha mãe e a zarolhice dela.

Mas passados uns minutinhos sentimos o carro a tremer, e temos que ter em conta que aquele carro não treme, é um Honda Civic, é perfeitinho o carro, não treme, não vibra, enfim aquele barulho que ele estava a fazer não era normal. Paramos o carro e que vimos nós?
O pneu tinha rebentado. Isto era cerca de uma da manha.
Os noivos que iam a nossa frente, viram que ficamos para trás e voltaram para trás para ajudar. Minha mãe é um pouco azelha e não sabe mudar um pneu, ou melhor estava com o vestido todo finório e não se queria sujar, lol, então lá foi o noivo mudar o pneu, e parecia tudo encaminhado quando o noivo diz assim: então a chave???

Passo a explicar: o carro tem umas jantes especiais e precisam de uma chave especial, eles lá disseram o nome, mas sinceramente não me lembro do que era. E a chave não estava em lado nenhum, lá teve a minha mãe que ligar para os bombeiros da cuba, para ver se a podiam desenrascar, e eles obviamente que não disseram que não e a minha mãe lá lhes disse onde estavamos e ficamos a espera deles. Isto já eram quase 2 da manha.

Dos bombeiros ao sitio ond tavamos são uns 15 km, por isso partimos do principio k ia ser rápido…
Qual que? Tivemos ali ate as 3 e meia quase e nada deles aparecerem. E ouvindo a noiva a gritar:
EU KERO IR PINAR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! EU TENHO O QUARTO DE HOTEL A MINHA ESPERA E QUERO DAR A MINHA PINADELA.
E o noivo respondia: AMORI, VAMOS PINAR AQUI NO MATO, AQUI DEBAIXO DAS ESTRELINHAS E AO PE DAS VACAS, PINAMOS JÁ AQUI.

No meio de tanto azar ainda havia tempo de gozar com a situação a aproveitar o melhor que se podia a noite.

Quando finalmente chegaram os bombeiros e estavamos prontos para ir embora, metade no jipe dos bombeiros o resto no jipe dos noivos, kuando o carro dos noivos não da.

Lá tiver os bombeiros que atar o jipe dos noivos ao jipe deles e puxar o outro jipe lool. Só visto, é que assim nem da bem para imaginar a situação.
Mas lentamente as coisas pareciam estar a encaminhar-se, mas não… tavamos erradas… é que o jipe era automático e como se foi a bateria n dava nd, nem os travões, estão a imaginar o resto correcto?
Pois é, o plano da corda n resultou lool

Lá pás 4 e meia da manha chegamos a casa, os bombeiros foram deixar metade e depois foram buscar o resto.

E la conseguiram por o jipe dos noivos a andar, e as 5 da manha foram dar a sua pinadela.


Foi o casamento mais atribulado a que eu assisti mas de certeza que os noivos não
vão esquecer.

Inteligência dos "Srs. Doutores" em acção

Olá olá, andei desaparecida.
Falta de tempo e de paciencia fizeram com que deixasse de vir até ao meu cantinho, mas hoje lembrei de reanimar a minha janelinha ou a vossa janelinha, como queiram.

O post que aqui vou por ja tem algum tempo, tinha-o escrito num outro blog, mas lembrei-me de o passar praqui.

Meti-o num posto no blog da netlog no dia 17 Julho 2008 às 15:03.
Espero que gostem...






Hoje quando acordei, pensei que fosse ser um dia como os outros. Ia para o estagio e apanhava uma daquelas secas habituais… o normal.

Mas não imaginava o quanto estava enganada.

Assim que cheguei vi que uns Sr. Doutores, estavam numa grande algazarra de roda de um pc, eu como sou uma pessoa que gosta de ajudar fui perguntar o que se passava e se precisavam de ajuda e um dos ditos “Sr. Doutores” respondeu: temos aqui um problema com o pc, ele não liga e não entendemos, antes de o trazermos para esta sala funcionava.

Não sendo um completo zero a informática fui ver o dito pc, e qual é o meu espanto quanto vejo que falta o cabo que liga o pc a tomada.
Querendo ser prestável disse aos senhores que faltava o cabo.
E viram-se todos para olhar para mim, com cara de sabe lá deus o que, e respondem-me: Não falta cabo coisíssima nenhuma, ligamos todos os cabos que vinham na caixa. E como podes ver o cabo do ecrã ta ligado a tomada logo a “caixa” também devia estar a trabalhar pk o ecrã ta ligado à “caixa”.
E confluíram com: “ tu és estagiária de artes gráficas por isso não metas o bedelho onde não és chamada não és nenhuma técnica de informática.

Com isso cheguei a conclusão que eu era uma pessoa mesmo ignorante, visto que não entendia que os pc entretanto, de ontem para hoje, evoluíram tanto que não precisam de se ligar a corrente para trabalhar.

Aquelas ventoinhas que tem lá dentro são na verdade geradores eólicos e põem o pc a trabalhar, e se isso não der ponham-no ao sol que também esta fornecido de painéis solares… Ou melhor ainda, aquelas torres ao pé do pc, são baterias, baterias com duração infinita, e se por acaso deixarem de trabalhar telefonem para a loja onde os compraram e eles substituam-nas pk tem garantia vitalícia…
Perante tal demonstração de inteligência decidi retiram-me e deixar os génios a trabalhar.



Já se passaram 2 horas e eles continuam a tentar decidir pk é k o pc não trabalha.