quinta-feira, 4 de junho de 2009

PALMAS

Ok, vamos lá dar-me uma valente salva de palmas. Sim, uma salva de palmas para mim. Alias, eu mereço cinco ou seis salvas de palmas.
E perguntam vocês: porquê? Que raio tens tu de especial para mereceres tanta salva de palmas, uma até se percebe, agora cinco ou seis?!? Deves pensar que és boa…
Pois bem meus caros, a resposta a essa pergunta é relativamente simples: EU sobrevivi! Sim, eu sobrevivi à burrice humana, à estupidez das pessoas, à má educação dos ditos Srs. Drs., à ignorância do nosso belo povo.
Eu sobrevivi ao meu primeiro mês a trabalhar num call center!
E por esse motivo meus caros, eu mereço cinco ou seis salvas de palmas.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Nada...

Por vezes dou comigo a pensar em Nada
Nada. Como pode haver Nada?
Tudo no Universo tem o seu oposto, logo se há Tudo, tem que haver Nada
Mas Nada... Assusta-me...
Como é que pode haver Nada?
Nem consigo imaginar Nada
A total ausência de algo, algo esse que nos rodeia, algo esse que nós próprios somos. Mas Nada?
Será que Nada foi o começo?
Se, logicamente, Tudo tem o seu oposto, não pode haver Nada sem Tudo, e se não pode haver um sem o outro, Nada não pode ter sido o começo de Tudo.


sexta-feira, 3 de abril de 2009

Bubble...

Supostamente o país está em crise, e como eu sou uma pessoa que tem conhecimento desse facto ( suponho que pode haver por ai um ou dois marmanjos que não saibam esse pequenho pormenor ), quiz partilhar convosco estas coisinhas que estão todas a preços muito acessiveis, a serío que estão... 

Podem verificar...

sábado, 7 de março de 2009

AAAAAHHHHH!!!!!!!!!

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Agora que tirei isto de cima de mim sinto-me muito melhor.
Não, não estou louca, ou clinicamente instável e tenho quase a certeza que não perdi nenhum parafuso, embora tenha encontrado um no chão do meu quarto no outro dia, posso garantir, quase com uma certeza inabalável, que não era meu.
Além disso não estejam aí com manias porque acredito que a maioria, ou melhor, uma maioria esmagador já sentiu isto.
Aquela sensação de frustração que nos da vontade de gritar. Sim, essa mesmo, deixa-nos de tal forma irritadiços que basta o nosso peixinho dourado olhar para nós de atravessado que sentimos a necessidade de o dar de jantar ao gato da vizinha.
Diga-se de passagem que poucas coisas me deixam assim, mas recentemente é quase o pão nosso de cada dia.
Sim, porque eu sendo uma pessoa cheia de coragem, fui aventurar-me no mundo das entrevistas de emprego...
O que para alguns pode ser considerado uma brincadeira de criança, para mim é um autentico pesadelo.

Funciona mais ou menos assim (pensei em fazer um daqueles esquemas com cores e lettring em negrito, mas sejamos sinceros, duvido que alguém se de ao trabalho de ler ate aqui):
Vejo um anuncio nalgum jornal ou site e decido mandar o currículo, na realidade mando mais portfolio porque é o que mais pedem, mas seja como for, mando o que pedem.
Passado um dia, 2 dias, 3 dias, 4 dias, (altura em que já não acredito que alguém me vá dizer seja o que for), 5 dias lá recebo um e-mail ou telefonema, que decorre aproximadamente da seguinte forma no caso de ser um telefonema;
Eu: “Sim?...”
X: “Fala a dona Alexandra X?
Eu: “É a própria...”
X: “ Estamos a contacta-la devido ao portfolio que mandou para a nossa empresa/estúdio...”
eu: “ah, sim, obrigada por responder...”
X: “Bem no geral estamos muito satisfeitos com os trabalhos que vimos, tem certificado de habilitações?”
Eu: “… Não... “
X: “... Com certeza, e recomendações de antigos postos de trabalho? Ou trabalhos publicados?
Eu: “... Na verdade é o meu primeiro emprego nessa área, ainda não tenho experiência profissional, ma...”
X: “Ah, então não tem experiência profissional, pois, lamentamos mas teremos que recusar o seu pedido então...”
Eu: “… mas gostaram dos trabalhos...
X: “Sim, sim, gostamos, e esperamos que nos volte a contactar quando tiver alguma experiência...
Muito boa tarde...”
Eu: “boa ta...”

Por norma desligam antes de eu acabar a frase.
Pois bem, acho que nunca na vida me deram tantas negas.
Mas vamos lá ver, se ninguém me da o dito primeiro emprego na área, onde querem que eu vá buscar a dita experiência?
Será que se pode pedir ao Pai Natal? Ou então ao coelhinho da Pascoa?
Até que não é mau pensado... estamos quase na altura da pascoa...



Até à próxima

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Cá estou eu de novo...

Ano novo, vida nova...

Sim, sim, já sei, estou um pouco atrasada, mas mais vale tarde que nunca.
A verdade é que não fazia a menor ideia sobre o que escrever, não é todos os dias que somos assaltados por uma criatividade literária de tal modo poderosa que quase nos sentimos obrigados a escrever, não que eu alguma vez tenha sido assaltada por essa tal criatividade, como é bem possível constatar no meu belissimo blog.

E neste preciso momento continuo sem saber sobre o que escrever.
Não que tenha poucos temas, podia passar horas a falar dos meus lindos olhos, do meu cabelo longo e sedoso, ou da minha boca de boneca, mas depois ainda era capaz de aparecer por aí um marmanjo ou outro a dizer que eu estava a ser convencida, quando na realidade não se trata disso, sou só realista. Mas como sou uma pessoa que gosta de evitar conflitos, não vou aqui dizer como sou incrivelmente fantastica.

...
...
...

Bem isto é embaraçoso, mas como não vou dizer-vos como sou incrivelmente fantastica, não me ocorre mais nada...


Fico-me por aqui,
Até à próxima

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Há dias em que a escuridão me assalta.
Dias em que não vejo o sol brilhar, nem sinto o calor da vida.
Sento-me no escuro sentindo o aperto da solidão,
solto um grito silencioso que ninguém consegue ouvir.
E sentada no escuro espero por algo que nunca vai ser.

domingo, 23 de novembro de 2008

Liberdade

Muita gente diz que liberdade é fazer o que queremos e sermos nós próprios.
Até um certo ponto acho que tem razão. Mas vamos lá ver, nós, todas as pessoas vivas, somos influenciadas pela cultura e pelo meio em que vivemos, logo sermos nós próprios é algo que é influenciado por pessoas que lidam connosco no dia-a-dia.
Se somos influenciados, aquilo que mostramos é realmente o nosso “eu” verdadeiro? Ou um “eu” que se adapta a realidade em que vivemos? E se temos que nos adaptar à realidade em que vivemos será que somos realmente livres? O único instinto que todo o ser humano tem em comum, é o sentido de liberdade, todos querem ser livres, no entanto, a meu ver, nenhum foi verdadeiramente capaz de explicar o sentido de ser livre.
Ser livre não é uma verdade universal, ser livre é algo que o ser humano precisa de acreditar para ser capaz de viver funcionalmente numa sociedade.
Comparo a liberdade a um “mito”, todos acreditam que existe, já todos ouviram falar dela, mas nenhum de nós é verdadeiramente livre, pelo simples facto de sermos todos actores no palco da Vida, temos que nos submeter a regras, a ideias, temos que ser peças de xadrez numa sociedade onde nos dão a ideia de liberdade, para sentirmos que temos algum controlo.


Digam o que pensam sobre o assunto. Sentem-se realmente livres?