AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Agora que tirei isto de cima de mim sinto-me muito melhor.
Não, não estou louca, ou clinicamente instável e tenho quase a certeza que não perdi nenhum parafuso, embora tenha encontrado um no chão do meu quarto no outro dia, posso garantir, quase com uma certeza inabalável, que não era meu.
Além disso não estejam aí com manias porque acredito que a maioria, ou melhor, uma maioria esmagador já sentiu isto.
Aquela sensação de frustração que nos da vontade de gritar. Sim, essa mesmo, deixa-nos de tal forma irritadiços que basta o nosso peixinho dourado olhar para nós de atravessado que sentimos a necessidade de o dar de jantar ao gato da vizinha.
Diga-se de passagem que poucas coisas me deixam assim, mas recentemente é quase o pão nosso de cada dia.
Sim, porque eu sendo uma pessoa cheia de coragem, fui aventurar-me no mundo das entrevistas de emprego...
O que para alguns pode ser considerado uma brincadeira de criança, para mim é um autentico pesadelo.
Funciona mais ou menos assim (pensei em fazer um daqueles esquemas com cores e lettring em negrito, mas sejamos sinceros, duvido que alguém se de ao trabalho de ler ate aqui):
Vejo um anuncio nalgum jornal ou site e decido mandar o currículo, na realidade mando mais portfolio porque é o que mais pedem, mas seja como for, mando o que pedem.
Passado um dia, 2 dias, 3 dias, 4 dias, (altura em que já não acredito que alguém me vá dizer seja o que for), 5 dias lá recebo um e-mail ou telefonema, que decorre aproximadamente da seguinte forma no caso de ser um telefonema;
Eu: “Sim?...”
X: “Fala a dona Alexandra X?
Eu: “É a própria...”
X: “ Estamos a contacta-la devido ao portfolio que mandou para a nossa empresa/estúdio...”
eu: “ah, sim, obrigada por responder...”
X: “Bem no geral estamos muito satisfeitos com os trabalhos que vimos, tem certificado de habilitações?”
Eu: “… Não... “
X: “... Com certeza, e recomendações de antigos postos de trabalho? Ou trabalhos publicados?
Eu: “... Na verdade é o meu primeiro emprego nessa área, ainda não tenho experiência profissional, ma...”
X: “Ah, então não tem experiência profissional, pois, lamentamos mas teremos que recusar o seu pedido então...”
Eu: “… mas gostaram dos trabalhos...
X: “Sim, sim, gostamos, e esperamos que nos volte a contactar quando tiver alguma experiência...
Muito boa tarde...”
Eu: “boa ta...”
Por norma desligam antes de eu acabar a frase.
Pois bem, acho que nunca na vida me deram tantas negas.
Mas vamos lá ver, se ninguém me da o dito primeiro emprego na área, onde querem que eu vá buscar a dita experiência?
Será que se pode pedir ao Pai Natal? Ou então ao coelhinho da Pascoa?
Até que não é mau pensado... estamos quase na altura da pascoa...
Até à próxima
Há 17 anos



1 comentário:
falavas da experiencia q tiveste na camara municipal.. é experiencia profissional.
mas enfim, eles querem gente com 18 anos de idade e 20 de experiencia.
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