Por vezes limito-me a existir.
Não sinto nada, sou um vazio
Uma concha de um ser.
Vagueio só porque tem que ser, sem nenhuma emoção por estar viva.
Ando pelas ruas no meio da multidão, no entanto não vejo ninguém.
Tantos rostos, tanta coisa e nada me cativa.
Olho mas não vejo.
Vivo mas não sinto.
Limito-me a ser um vazio…
Não sinto nada, sou um vazio
Uma concha de um ser.
Vagueio só porque tem que ser, sem nenhuma emoção por estar viva.
Ando pelas ruas no meio da multidão, no entanto não vejo ninguém.
Tantos rostos, tanta coisa e nada me cativa.
Olho mas não vejo.
Vivo mas não sinto.
Limito-me a ser um vazio…



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