Bem vamos lá ver uma coisa, eu por acaso tenho cara de papagaio?
E deixem-se lá de coisas como: “épah ate tens parecenças…” porque nem é isso que está em causa…
O que esta em causa é o seguinte: será que as pessoas são todas tão totós que não sabem que vermelho é para parar e verde para avançar?
Terei eu vindo de uma dimensão paralela em que tudo é idêntico menos esse pormenor?
E agora perguntam vocês e muito bem: “ porque essa revolta toda com o verde e vermelho?!? E que raio tem isso a ver com papagaios??”
A resposta a isso é muito simples e trata-se do seguinte: recentemente comecei a trabalhar numa grande superfície comercial em Lisboa, não vou dizer qual porque não me pagam para andar a fazer publicidade, e nessa grande superfície comercial estou a trabalhar num hipermercado, estou mais precisamente no serviço de caixas. E todos os dias estou a atender os meninos e meninas que ali fazem as suas compras. E até este ponto tudo bem, o pior vem depois. Como é natural temos uma hora d saída. Hora essa em que acendemos a luz vermelha ( aposto que alguns, os mais inteligentes pelo menos, já estão a entender onde eu quero chegar) e só já atendemos os clientes que estão na fila, e nesses últimos minutos em que já só pensamos na nossa rica casinha, com o é que nos deparamos? Pois é!! Com os totós! Nesses últimos minutos, todos os santos dias, passo o tempo a dizer: “desculpe, esta caixa está fechada…”
É que os “bem-ditos” totós não devem saber o significado da luzinha vermelha. Custa muito olhar para cima, ou para a frente e ver que está fechado?
É necessário por as compras no tapete e mandar vir com o inocente do funcionário quando este diz que a caixa esta fechada??
É preciso? É? É?
Pois bem meus “queridos” totós esses dois globos oculares que se encontram na vossa cabeça têm alguma utilidade…
E no fim de lerem este post comecem a treinar ai em casa:
Vermelho = Parar/Fechado
Verde = Avançar/Aberto
Treinem muito, e só para vos ajudar, vou informar-me a ver se há algum curso especializado sobre essa categoria complicadíssima…
Até a proxima
Há 17 anos



4 comentários:
pois, há pessoal que nem pensa q as pessoas têm vida própria...enfim...
ola boa noite....
vim ca dar uma olhadela,pra ver o q tihas de novo...
mas devo de te dizer q tá mesmo muito fixe,gostei muito....
os meus sinceros parabens!!!!
p.s.- continua,força!!!!!!!
Também temos vida, ora :D
Há totós para tudo...
Sei que não tem nada a ver, mas o tema é semelhante:
Hoje (ontem, já passam duas horas da meia-noite - boa hora para chegar a casa do trabalho)fui comprar uma pequena lembrança de Natal e a superficiel comercial oferecia o embrulho. Isto é, tirava-se um tiket e esperava-se a vez para a funcionária fazer o embrulho.
Relembrando uma frase, que não estou certo quem a disse (e também não estou com pachorra para ir procurar), "as pessoas só se lembram dis direitos esquecendo-se dos seus deveres", resume a minha opinião sobre este povo lusitano.
Eu com uma pequena caixa de 20*20 tive que esperar mais de 20 minutos para ser atendido porque suas excelências tendo direito ao serviço prestado pela entidade deram-se ao luxo de levar dezenas (DEZENAS) de prendas para embrulhar.
Simplesmente porque têm direito a isso. Educadamente pedi ao senhor que estava à minha frente se seria possível deixar-me fazer aquele pequeno embrulho, pois vi que no seu carro encontravam-se caixas enormes num número avassalador, ao que me respondeu: "Ah, isto é rápido deixe estar".
Respirei fundo e contei até 10, até porque o senhor estava no seu direito.
Não sei se era por estar já há tanto tempo há espera, mas a mim começou-me a parecer que a mulherzinha irritante que estava a ser atendida estava a precisar que alguém lhe apertasse o pescoço para ver se os olhos saltavam mesmo. E é que tudo nela já me estava a irritar (não sei se o facto de ter levado cerca de 20 coisas para embrulhar teve alguma coisa que ver com isso), a fala, os polhos esbogalhados, o cabelo, a boca... TUDO.
Mas pronto, lá chamaram o número 41 e lá fui atendido em 2 minutos. Durante esse tempo ainda ajudei a senhora com um rolo de fita-cola que se tinha colado. Tinha o Direito de não o fazer, mas achei que era um DEVER.
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